Torres e Mata entram e completam com classe goleada e título da Espanha

O final de partida da grande decisão da Euro-12 foi muito especial para os torcedores do Chelsea: dois jogadores dos blues pintaram em campo para os últimos minutos e deixaram sua marca na goleada por 4×0. Fernando Torres marcou o terceiro gol, se tornando o primeiro jogador a marcar em duas finais da competição – decidiu a final de 2008; com Juan Mata fechando a goleada ao marcar o gol do título, recebendo passe justamente de Torres.

A imagem do dia sem dúvidas foi o abraço entre Torres e Mata após o gol do título, dois jogadores dos blues, pouco mais de um mês depois de se sagrarem campeões europeus pelo Chelsea, também conquistam o título pela seleção, sendo este, o terceiro título europeu da carreira de Fernando Torres, que também terminou como artilheiro da competição, com 3 gols.

O caminho para o título ficou aberto logo no inicio da partida, quando Fábregas recebeu de Xavi e tocou para David Silva abrir o placar, de cabeça. No final da primeira etapa, Alba ampliou após outro belo passe de Xavi, que ao lado de Iniesta, comandava a Fúria, que também tinha ótimos Fábregas, Alonso e Silva e uma retaguarda irretocável.

A Itália pouco se encontrou no jogo e ainda teve o azar de perder dois jogadores por contusão – Chielini e Thiago Motta – sendo este último, brasileiro naturalizado, quando o treinador já havia feito 3 substituições. Restou a Itália atuar com 10 jogadores.

Fernando Torres entrou no lugar de Fábregas e marcou após receber passe de Xavi, tocando no canto esquerdo na saída de Buffon. Logo depois, saiu Iniesta para a entrada de Juan Mata, que ainda nem havia tocado na bola na Euro. O primeiro toque foi do gol de título, em jogada similar a anterior: Torres recebeu a frente da defesa, avançou sobre Buffon e tocou para Mata apenas chutar com o gol aberto.

Título da Espanha e também do Chelsea Football Club! É o 3º título espanhol na competição e o primeiro título do torneio a uma equipe que conta com jogadores do Chelsea desde 2000, quando a França contava com Leboeuf, Desailly e Deschamps.

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Article by: Rodrigo Q