Colunas: A voz do povo é a voz de Deus: quem deve deixar o Chelsea?

É hora de definir a "barca" que deve deixar Stamford Bridge
É hora de definir a “barca” que deve deixar Stamford Bridge

Na última semana, neste espaço, relatei um debate entre amigos que consistia na especulação de posições carentes do Chelsea e possíveis nomes para preenchê-las. Assim, trouxe o questionamento ao público, sendo meu dever relatar os resultados dos pleitos.

Em primeiro lugar, cumpre dizer que a preferência popular garante que o clube precisa de um total de quatro reforços, opção escolhida por 33% dos votantes, ficando imediatamente à frente da opção “três”, que obteve 29℅ dos votos.

Conjugando resultados, chegou-se a conclusão de que, para o público, as posições mais carentes de reforços são a zaga, a lateral-esquerda, o meio-campo central e o meio-campo ofensivo, refletindo duas ideias bastante óbvias diante do momento vivido pelo clube:

1- No campo, o setor defensivo do Chelsea vem tendo um desempenho extremamente insatisfatório;

2- A saída de bola não vem sendo bem feita, o que tem prejudicado a criação ofensiva do time.

No que toca aos nomes escolhidos pelo público nos comentários, alguns foram citados muitas vezes, dentre os quais destaco o volante argentino Lucas Biglia, os meias Nico Gaitán e Lucas Lima, os zagueiros Marquinhos e John Stones, valendo também a menção a alguns outros menos citados como Hulk, Marco Reus e Antoine Griezmann.

Agora, volto a contar com a colaboração dos torcedores dos Blues, que poderão dizer quantos jogadores devem deixar Stamford Bridge e, inclusive, definir quais nomes mais desagradam.

Está aberta a nova votação!

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As palavras contidas nessa reportagem condizem à opinião do autor, não tendo qualquer relação com o Chelsea Brasil

Category: Opinião

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Article by: Wladimir de Castro Rodrigues Dias

Advogado graduado pela PUC Minas, mestrando em Ciências da Comunicação (Universidade do Minho), 24 anos. A preferência é o futebol bretão, mas me interesso pelo esférico rolado em qualquer terra. Desde a infância, tenho no atacante Marques e no argentino Pablo Aimar referências; o melhor jogador que vi jogar foi o lúdico Ronaldinho Gaúcho, na temporada 2004/05. Também no O Futebólogo, no Doentes por Futebol e na Corner.