Com dois gols de Palmer e um de João Pedro, os Blues venceram por 3 a 0 a decisão de 2025 no MetLife Stadium.
Há um ano, o Chelsea transformava a final do Mundial de Clubes em uma das grandes lembranças de sua história. Em 13 de julho de 2025, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, os Blues derrotaram o Paris Saint-Germain por 3 a 0 e conquistaram a primeira edição do torneio ampliado para 32 equipes.
O adversário chegava como campeão europeu. A resposta do time de Enzo Maresca veio ainda no primeiro tempo: Palmer marcou duas vezes, aos 22 e 30 minutos, e deu o passe para João Pedro completar o placar aos 43. Quando a partida chegou ao intervalo, o Chelsea já havia construído a vantagem que sustentaria até o fim.
Palmer foi o personagem central, mas o resultado nasceu de uma atuação coletiva. O Chelsea pressionou a saída adversária, encontrou oportunidades pelo lado direito e soube acelerar as jogadas. Depois, precisou proteger o que havia conquistado. Robert Sánchez apareceu com defesas importantes na segunda etapa, enquanto o PSG buscava uma reação.
Rever aquela final é lembrar também do contraste entre expectativa e execução. Um jogo capaz de produzir tanta ansiedade para quem torcia terminou com uma vantagem expressiva. O placar permanece, mas a memória inclui os minutos em que cada ataque parecia poder mudar a decisão e o alívio que veio com o apito final.
Para o Chelsea Brasil, o aniversário da conquista é uma oportunidade de preservar esses detalhes. Grandes títulos ganham vida nas conversas entre torcedores: onde cada um assistiu, com quem comemorou e qual lance ainda provoca a mesma reação.
O 13 de julho passou a ter um lugar próprio nesse calendário. Um ano depois, os dois gols de Palmer e a finalização de João Pedro continuam sendo a forma mais direta de voltar àquela tarde em que o Chelsea encerrou o Mundial com a taça.
