
Em duelo pela Premier League, Chelsea e Arsenal se enfrentam em Stamford Bridge. Pensando nesta partida, o Chelsea Brasil preparou uma análise tática sobre o que os Blues podem esperar dos Gunners neste domingo.
Se tem uma palavra que pode definir este jogo, esta palavra é inconstância. O Arsenal, atual sexto colocado na Premier League, alterna bons e maus momentos no campeonato. Consegue fazer boas partidas contra os médios e grandes, mas às vezes se complica contra os pequenos. Um pouco parecido com a campanha do Chelsea pós Mundial Interclubes.
Com Walcott de contrato renovado, os Gunners vem com a linha de frente completa, exceção ao marfinense Gervinho, que defende os elefantes na Copa Africana de Nações, assim como Moses e Mikel pelo Chelsea.
Além de Gervinho, Wenger também tem como desfalque Koscielny, suspenso, e o grande nome do time até então, Arteta, com lesão na coxa. Na situação inversa, Benítez pode contar com a volta de Terry ao miolo de zaga.
Para tomar cuidado:
Velocidade: É uma característica dos times de Wenger a rapidez e com esta equipe não é diferente. Chamberlain, Cazorla, Podolski, Walcott e quase sempre, Wilshere chegam com muita velocidade a frente. Olho neles!
Para aproveitar:
O lado esquerdo do Arsenal é o mais exposto. Podolski ataca bastante, porém recompõe pouco. Se Azpilicueta tiver espaço, junto com o winger do lado direito as jogadas podem começar por ali.
Prováveis Formações:

Com Terry de volta à zaga, o Chelsea ganha demais em posicionamento e liderança, o capitão conhece como poucos os atalhos de Stamford Bridge. David Luiz atuaria mais uma vez como volante, dando consistência ao meio campo e fazendo a bola chegar com qualidade ao pé de Mata e até em lançamentos para Ba.
Uma boa movimentação dos três meias pode garantir a vitória para os Blues. Outra alternativa seria o recuo de Ramires para atuar como volante, deslocando Mata para alguma das pontas. Com isso, Lampard viraria o armador central e chegaria de frente para concluir as jogadas.
Concentrado, o Chelsea tem tudo para vencer o clássico londrino e voltar a sonhar com algo maior na Premier League.
