
Pela primeira vez na temporada, os Blues conseguiram duas vitórias consecutivas e poderão conseguir a terceira no próximo jogo, contra Walsall, válido pela Capital One Cup. José Mourinho concedeu entrevista ao site oficial do clube.
Assim como Mourinho não estava em pânico quando os jogos não tinham um resultado positivo, agora está tendo uma abordagem calculista sobre as últimas atuações e sabe que a equipe deve continuar com essa mesma determinação para voltar ao nível da temporada passada, que resultou nos títulos da Premier League e da Capital One Cup.
“Eu sei que nós tivemos coisas muito boas”, disse sobre o desempenho do Chelsea na vitória por 2-0 sobre o Arsenal. “Eu vi algumas coisas de volta na equipe, algumas qualidades, mas da mesma forma que duas derrotas não matam uma equipe, eu não acho que duas vitórias trazer a equipe ao topo. Vamos jogo após jogo tentar obter um bom resultado na quarta-feira.”
Mou destacou também várias áreas que gostou no sábado (19), falando sobre como o time achou um jeito de defender como um grupo e mostrou coragem por jogar tão bem sobre pressão.
“Eu gostei que a equipe foi compacta, todo mundo estava defendendo, os atacantes fizeram uma contribuição fantástica naquele trabalho defensivo. Nos primeiros minutos, perdemos alguns passes, você podia sentir que ainda não estavam com muita confiança para jogar, mas depois nos estabilizamos, movendo bem a bola e fazendo um bom jogo posicional.”
O treinador falou também de Diego Costa, que em sua opinião é um jogador que representa a ética de defender o time e sente que é muito adequado ao jogo inglês.
“Jogar contra um atacante que é agressivo, que vai para cada bola, que luta por cada bola, que é físico, é difícil”, disse Mourinho. “Nós temos muitos jogadores assim neste país e é difícil jogar contra eles.
É difícil jogar contra ele, é difícil jogar contra Wayne Rooney, Christian Benteke, Luis Suárez ou Gonzalo Higuaín. É difícil jogar contra as pessoas com esta agressividade, as pessoas que querem marcar, mas quando perdem a bola querem pressionar, querem defender e competir por cada bola. É por causa destes jogadores que o futebol é o que é, com tanta paixão em torno dele, porque eles criam paixão.
Quando você trabalha do jeito que ele (Diego) fez (contra o Arsenal) – seu movimento, sua criação – ele foi fantástico”, acrescentou José. “Ele é popular, é normal que ele seja popular. Ele é um grande cara, ele é um grande profissional, ele gosta de ganhar.”
