Quem seria o melhor do Chelsea na atual temporada?

Se a Premier League terminasse hoje, com o Chelsea campeão (como tende a ser), quem deveria receber o prêmio de melhor jogador do clube na temporada 2016/2017? Muito provavelmente, esse título individual se repetiria numa disputa geral, e não apenas entre atletas da equipe. Para ser mais amplo, vale considerar, nesse exercício de imaginação, também as partidas realizadas nas copas locais. Então… Vamos apresentar as principais qualidades dos candidatos mais cotados para vencer.

Diego Costa é o artilheiro da equipe e o quarto no ranking geral do quesito, além de fazer um trabalho de pivô bastante eficiente, tirando a paciência dos zagueiros adversários. Hazard resolveu crescer ao longo da temporada, tornando-se importantíssimo na campanha dos Blues, com seus dribles, passes e entrega em todo o gramado, a ponto de aparecer na segunda colocação entre os goleadores do time. Kanté chegou, vestiu a camisa e tomou conta do meio de campo, correndo, desarmando e até marcando gol importante, como o feito sobre o Manchester United, na última segunda-feira (13), pela FA Cup.

Lá atrás, há um trio quase impecável, formado por Cahill, David Luiz e Azpilicueta – difícil até apontar aquele que está mostrando o melhor desempenho entre eles. No mundo diversas vezes injusto do futebol, os defensores geralmente são esquecidos. Descartar os camisas 24, 30 e 28 nesta disputa seria mais uma dessas iniquidades. E ainda tem Courtois, o goleiro que vai se apresentando como um dos melhores do mundo no setor, salvando os comandados de Antonio Conte nas poucas situações em que o gol inimigo parece algo inevitável.

Isso sem falar em Moses, um meia-atacante que virou lateral/ala nas mãos do treinador italiano, sem deixar de frequentar sua posição de origem eventualmente no decorrer dos jogos. A mudança de região em campo, ao contrário do que a lógica indicava, deu muito certo e o nigeriano faz uma temporada acima das expectativas.

Correndo por fora, Alonso, Matic, Pedro, Fàbregas e Willian – sendo os dois últimos reservas na maior parte da jornada, mas com participações frequentes nos compromissos do time. Os politicamente chamados “candidatos nanicos” não têm o mesmo protagonismo dos demais citados, é claro, porém podem arrancar um bom número de eleitores dos “poderosos”. Além disso, terão a oportunidade de subir degraus nos próximos 11 jogos que os londrinos farão na liga e nas partidas que ainda tiverem para realizar na Copa da Inglaterra, onde o clube conseguiu a vaga para a semifinal. A partir de agora, está aberto o colégio eleitoral dos blues de carteirinha. O voto é nas urnas dos comentários abaixo.

As palavras neste texto condizem com a opinião do autor, não tendo qualquer relação com o Chelsea Brasil.

Patrick Monteiro