O fracasso bate à porta, e é melhor atender

Assistir a jogos do Chelsea será, no mínimo, melancólico daqui para frente. O time está dividido, o treinador não se sente bem no cargo, e ainda há muito pouco pelo que lutar. Vinte e oito anos depois, perdemos para o Tottenham em casa. Aquele mesmo time, sempre alvo das mais variadas brincadeiras, e que agora abre um sorriso ao se lembrar dos Blues.

Sem qualquer perspectiva na Premier League – sejamos realistas, o que resta ao time é a honra, o escudo ostentado naquela camisa azul. Em 20 dias, o Chelsea vai a Wembley em busca da vaga na final da FA Cup, contra o Southampton. Do outro lado da chave, Tottenham e Manchester United. Caso chegue à final, o Chelsea é o azarão e o mais pressionado, isso tudo na mesma proporção.

Esperanças?

Agora, amigos, temos um jogo importante até o fim da temporada. Se vencermos, teremos outro ainda mais importante. Se perdermos, é fim de jogo e até 2018/19. Via Premier League, são necessários alguns milagres, se assim podemos dizer. Os Spurs estão oito pontos à frente, com sete jogos até o fim.

Convenhamos, com um time que não esboça qualquer tipo de reação, fica difícil sonhar. Cada setor do time mostra suas fraquezas como se ninguém estivesse vendo, pronto para ser derrotado mais uma vez.

As palavras contidas nessa reportagem condizem à opinião do autor, não tendo qualquer relação com o Chelsea Brasil

Lucas Sanches

Eterno projeto de jornalista. Apaixonado por futebol e viúvo do Fernando Torres. Hazard é o melhor jogador do mundo. Twitter: sanches_07