É preciso “tocar o barco”

Confiança. Essa parece ser uma palavra que anda longe dos lados do Stamford Bridge. Além de acompanhar poucos jogadores no elenco, a confiança dá sinais claros de que está indo embora para cada vez mais longe.

A derrota para o Manchester City doeu. Foi daquelas que não dá nem vontade de abrir a aba de esportes em um site de informação. Ver programa esportivo? Nem pensar! O torcedor ficou envergonhado e os jogadores, pelo o que parece, sem nenhuma confiança.

Nessa terça-feira, o jornal The Times publicou uma reportagem informando que a equipe profissional dos Blues empatou com o time de base em um jogo treino.

Em condições normais, o empate para os ‘juniores’ poderia ser encarado normalmente. Em uma conversa de bar, um torcedor falaria para o outro: “a molecada tá com vontade” (sic). Mas no Chelsea de hoje, não. É visível a falta de confiança do grupo. Não compro as ideias de tabloides ingleses que apontam jogador A e B conspirando para derrubar Maurizio Sarri. Talvez esteja sendo inocente. Talvez o pior cedo é o que não quer ver. Talvez.

Nessa semana o jornalista, apresentador e radialista Ricardo Boechat faleceu em um terrível acidente aéreo. Em seus programas no rádio, ele tinha uma expressão muito peculiar que pode ser aplicada ao atual momento dos Blues: “toca o barco“. É preciso seguir adiante. A temporada ainda não acabou e é necessário reagir.

As palavras contidas nessa reportagem condizem à opinião do autor, não tendo qualquer relação com o Chelsea Brasil.

Willian Guerra

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