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Andreas Christensen não deveria estar em empréstimo

O zagueiro de 20 anos, Andreas Christensen, é mais um atleta criado nas categorias de base do Chelsea. E mais um que o clube colocou na longa lista de jogadores emprestados. Desde a temporada passada, o dinamarquês assinou contrato de dois anos com o Borussia Mönchengladbach e hoje é um dos mais cobiçados defensores do mundo.

Destaque em Cobham, onde venceu a Premier League Sub-21 e a UEFA Youth League (a UEFA Champions League júnior), Christensen já sentia que estava preparado para encarar um desafio maior em Stamford Bridge. No entanto, a diretoria ainda não. Como sempre. E ele não podia esperar. Foi parar no futebol alemão.

Seu primeiro ano no M’gladbach foi extraordinário. Muito bom no jogo aéreo, grande porte físico, veloz… estas são algumas das características que fazem com que Manchester City, Barcelona e outros queiram-no a todo custo. O próprio clube alemão apresentou oferta, mas não obteve êxito em contratá-lo em definitivo. Pelo menos por enquanto.

Já conhecemos do que nossa diretoria composta por Michael Emenalo e cia é capaz. Tantos talentos que o Chelsea já desperdiçou ou que brilharam em outros clubes são incontáveis. Não podemos perder mais um. Principalmente quando estamos tão carentes em um setor no qual Christensen faz parte.

Dinheiro é o que não falta nos cofres de Roman Abramovich. Paguem a multa rescisória do empréstimo de € 14 milhões. Tragam-no de volta. Tenho total certeza de que uma dupla de zaga ‘inexperiente’ com o dinamarquês e Kurt Zouma daria muito mais certo do que com David Luiz e Gary Cahill.

As palavras no texto condizem com a opinião do autor, não tendo qualquer relação com o Chelsea Brasil.

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Category: Colunistas

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